Essa sua pele branca
E seu cabelo em anéis
Que suspiros me arranca
Nos converte em seus fiéis
Querubim de olhos escuros
Coberto de divindade
Mostra a mim seus gestos puros
Distantes da humanindade
Vem aqui viver comigo
Um só dia de mortal
Faz-me seu melhor amigo
Confidente pessoal
Suas asas, abandona
Vem se entregar a mim
O próprio Gabriel destrona
Devotado Querubim
segunda-feira, 8 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
Desde o pôr do sol
Desde o pôr do sol
Eu tentei te encontrar
Desde o pôr do sol
Eu queria te tocar
Desde o pôr do sol
Eu busquei o teu abraço
Desde o pôr do sol
Quis estar no teu espaço
Desde o pôr do sol
Os teus lábios eu quis ver
Desde o pôr do sol
Quis teu beijo receber
Desde o pôr do sol
Eu queria ser só teu
Desde o pôr do sol
Teu amor chamar de meu
Eu tentei te encontrar
Desde o pôr do sol
Eu queria te tocar
Desde o pôr do sol
Eu busquei o teu abraço
Desde o pôr do sol
Quis estar no teu espaço
Desde o pôr do sol
Os teus lábios eu quis ver
Desde o pôr do sol
Quis teu beijo receber
Desde o pôr do sol
Eu queria ser só teu
Desde o pôr do sol
Teu amor chamar de meu
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Dor
Dor
Ele ainda bate
Mas dói
Contrai, retrai
Pulsa
Não para
Dor
Sente, chora
Está machucado
Mas vivo
Pulsa
Não para
Dor
Sangra, sofre
Está decepcionado
Mas resiste
Pulsa
Não para
Dor
Rasga, dilacera
Mas persiste
Pulsa
Não para
Ele ainda bate
Mas dói
Contrai, retrai
Pulsa
Não para
Dor
Sente, chora
Está machucado
Mas vivo
Pulsa
Não para
Dor
Sangra, sofre
Está decepcionado
Mas resiste
Pulsa
Não para
Dor
Rasga, dilacera
Mas persiste
Pulsa
Não para
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
(Des)Existir
Hoje o dia parece não acabar
Sinto que não vou poder suportar
Essa estrada por que preciso passar
Se faz longa demais para caminhar
Não, eu nunca quis lhe perder
Por isso é tão difícil esquecer
Vai além da minha vontade, do meu poder
Sem você não me lembro como é ser
Como eu queria ainda existir
Mas me apaguei ao te ver partir
Inevitável minha alma sumir
Tornou-se sua quando comecei a lhe seguir
Quero de volta, do dia, a cor
Não aguento mais esse escuro, essa dor
Sei que te levo aonde eu for
Eu só quero encontrar outro amor
Sinto que não vou poder suportar
Essa estrada por que preciso passar
Se faz longa demais para caminhar
Não, eu nunca quis lhe perder
Por isso é tão difícil esquecer
Vai além da minha vontade, do meu poder
Sem você não me lembro como é ser
Como eu queria ainda existir
Mas me apaguei ao te ver partir
Inevitável minha alma sumir
Tornou-se sua quando comecei a lhe seguir
Quero de volta, do dia, a cor
Não aguento mais esse escuro, essa dor
Sei que te levo aonde eu for
Eu só quero encontrar outro amor
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Cicatriz
Não mereço tanto desapontamento
Traz pra mim um socorro, um unguento
O que eu fiz foi assim tão mau?
Por piedade alguém me dê um sinal
Preciso mesmo de tanto sofrimento?
Tanta cicatriz de tanto ferimento?
Terei o perdão do meu crime?
Pago qualquer pena que meu juiz estime
Só quero ter meu sono de volta
Sem essas lembranças por escolta
Todas as minhas riquezas sou capaz de entregar
Para me livrar do tormento que é te amar
Traz pra mim um socorro, um unguento
O que eu fiz foi assim tão mau?
Por piedade alguém me dê um sinal
Preciso mesmo de tanto sofrimento?
Tanta cicatriz de tanto ferimento?
Terei o perdão do meu crime?
Pago qualquer pena que meu juiz estime
Só quero ter meu sono de volta
Sem essas lembranças por escolta
Todas as minhas riquezas sou capaz de entregar
Para me livrar do tormento que é te amar
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Indiferença
Eu perco o sono
Não consigo dormir
Pois tu me fazes preso
Sem ter pr’onde fugir
A noite é meu escudo
Tento me proteger
Mas não ver os teus olhos
Não ajuda a esquecer
Essa pele morena
E esse ar de criança
Mostram todo teu viço
Sem me dar esperança
Sei que queres um tempo
Para então refletir
Mas precisas fazer
Essa indiferença eu sentir?
Tu me feres a alma
Ao me ignorar
Desse jeito impedes
Meu coração de te amar
Não consigo dormir
Pois tu me fazes preso
Sem ter pr’onde fugir
A noite é meu escudo
Tento me proteger
Mas não ver os teus olhos
Não ajuda a esquecer
Essa pele morena
E esse ar de criança
Mostram todo teu viço
Sem me dar esperança
Sei que queres um tempo
Para então refletir
Mas precisas fazer
Essa indiferença eu sentir?
Tu me feres a alma
Ao me ignorar
Desse jeito impedes
Meu coração de te amar
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Abre a porta
Abre a porta
Abre a porta e vai
Vai correr pelo mundo, vai
Vai achar seu caminho, vai
Vai fazer seu destino, vai
Abre a porta
Abre a porta e vai
Vai alcançar seu sonho, vai
Vai dormir na relva, vai
Vai mergulhar no oceano, vai
Abre a porta
Abre a porta e vai
Vai cuidar de si mesmo, vai
Vai curar suas feridas, vai
Vai parar de sofrer, vai
Abre a porta
Abre a porta e vai
Vai esquecer quem te fez mal, vai
Vai perdoar quem te ignorou, vai
Vai encontrar o seu amor, vai
Abre a porta e vai
Vai correr pelo mundo, vai
Vai achar seu caminho, vai
Vai fazer seu destino, vai
Abre a porta
Abre a porta e vai
Vai alcançar seu sonho, vai
Vai dormir na relva, vai
Vai mergulhar no oceano, vai
Abre a porta
Abre a porta e vai
Vai cuidar de si mesmo, vai
Vai curar suas feridas, vai
Vai parar de sofrer, vai
Abre a porta
Abre a porta e vai
Vai esquecer quem te fez mal, vai
Vai perdoar quem te ignorou, vai
Vai encontrar o seu amor, vai
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
You do me
I need you to be me
'Couse without you everything is gray
You are all what I can see
In anywhere that I can stay
There is six billion people here
But only one is really important
Just one voice I want to hear
You, who are already so distant
Do not touch your face
Is like travel in a downing airplane
I need to meet you on another place
And what I feel I can't explain
I always feel alone
But you'll ever be present on my trips
I try to forget and get up on my own
But I just wanna kiss your lips
'Couse without you everything is gray
You are all what I can see
In anywhere that I can stay
There is six billion people here
But only one is really important
Just one voice I want to hear
You, who are already so distant
Do not touch your face
Is like travel in a downing airplane
I need to meet you on another place
And what I feel I can't explain
I always feel alone
But you'll ever be present on my trips
I try to forget and get up on my own
But I just wanna kiss your lips
domingo, 6 de dezembro de 2009
Bloqueado
Oh bloqueio que me mata
E me deixa tão perdido
Pois não sei o que se passa
Nem o que fazer contigo
Não consigo ver meu erro
Nem entender sua reação
Me incomoda seu desprezo
A indiferença em suas mãos
Ou esses não são os motivos?
Porque não me diz então?
Assim viramos dois perdidos
Sem saber a direção
Eu não sei o que fazer
Pra você me escutar
Nem ao menos enteder
Porque não quer conversar
Se errei peço perdão
Seja lá o que eu tenha feito
Pois sem ter sua atenção
A solidão arde em meu peito
E me deixa tão perdido
Pois não sei o que se passa
Nem o que fazer contigo
Não consigo ver meu erro
Nem entender sua reação
Me incomoda seu desprezo
A indiferença em suas mãos
Ou esses não são os motivos?
Porque não me diz então?
Assim viramos dois perdidos
Sem saber a direção
Eu não sei o que fazer
Pra você me escutar
Nem ao menos enteder
Porque não quer conversar
Se errei peço perdão
Seja lá o que eu tenha feito
Pois sem ter sua atenção
A solidão arde em meu peito
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Abrir os Olhos
Saído do meio do nada
Ele olhou à sua volta
Ao se descobrir sozinho
Tratou de encontrar o Norte
Não sabia onde estava
Correu rasteiro pela planície
Buscava uma paisagem familiar
Só via arbustos, libélulas e flores
A luz do sol cegava seus olhos
Não sabia onde estava
As montanhas que estendiam-se ao longe pareciam muralhas
Será que precisaria umtrapassá-las? Não seria fácil!
Seus pés começaram a se cansar de correr
Só então notou que estava descalço e
Não sabia onde estava
Passou a se perguntar aonde estava indo.
Procurava pelo quê?
Verdade. Ainda não tinha pensado nisso!
Olhou para as núvens no céu e para si mesmo
Encontrou-se
Ele olhou à sua volta
Ao se descobrir sozinho
Tratou de encontrar o Norte
Não sabia onde estava
Correu rasteiro pela planície
Buscava uma paisagem familiar
Só via arbustos, libélulas e flores
A luz do sol cegava seus olhos
Não sabia onde estava
As montanhas que estendiam-se ao longe pareciam muralhas
Será que precisaria umtrapassá-las? Não seria fácil!
Seus pés começaram a se cansar de correr
Só então notou que estava descalço e
Não sabia onde estava
Passou a se perguntar aonde estava indo.
Procurava pelo quê?
Verdade. Ainda não tinha pensado nisso!
Olhou para as núvens no céu e para si mesmo
Encontrou-se
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