Quanto tempo se perde
Correndo atrás
Do tempo perdido
domingo, 4 de setembro de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Horas passam
As horas passam
Os sinos dobram
As pálpebras pesam
Os sentidos se vão
Mas você não está aqui
Os sonhos terminam
As vontades se extinguem
Os projetos se desfazem
Porque você não está aqui
O ânimo se vai
Da coragem resta pouco
O interesse não existe
Só porque você não está aqui
A solidão chega
A tristeza também
A culpa é sua
Você não está aqui
Os sinos dobram
As pálpebras pesam
Os sentidos se vão
Mas você não está aqui
Os sonhos terminam
As vontades se extinguem
Os projetos se desfazem
Porque você não está aqui
O ânimo se vai
Da coragem resta pouco
O interesse não existe
Só porque você não está aqui
A solidão chega
A tristeza também
A culpa é sua
Você não está aqui
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Enfermidade
É doce o mal de que sofro
Minha doença é a doença dos fortes
Só suporta o vírus do amor
Aqueles que têm coragem para contraí-lo
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Tempo
Talvez se um dia
Eu olhar pra trás
E conseguir ver
Os olhos do meu amor
Aí eu serei feliz novamente
Quando aquele brilho
Conseguir ofuscar a luz do sol
Talvez, neste dia, eu me lembrarei
Do que é feita a felicidade
Quem sabe quando seu perfume
Eu voltar a sentir em minha roupa
Eu terei descoberto que tudo passou
E que você ainda existe
No dia em que meu amor
Segurar minha mão
E eu sentir que nada no mundo
Poderá fazê-lo soltar
Aí, então, talvez
Eu esteja pronto para morrer
Porque terei vivido por ele
E terei cumprido todos os meus dias
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Sem título
Os teus olhos brilham no escuro
Não existe o que possa ofuscar
Só neles encontro o que procuro
E que nunca cansei de buscar
Tua pele tão branca e macia
O teu corpo tão belo e esguio
É o que eu quero olhar noite e dia
Pois sem isso só resta vazio
Se tua falta o acaso me imprime
Em meus lábios encontro teu gosto
E mesmo quando a saudade meu peito comprime
Agradeço ao bom mês de agosto
Se um dia o Sol escurecer
E o medo vier te assombrar
Pode crer que nunca vai nascer
Quem vai me impedir de te amar
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Olha pra mim
Olha pra mim
Que pra ti eu já olhei
Faz-me teu melhor amigo
Anjo protetor e rei
Olha pra mim
Que pra ti eu já olhei
Vem sentir o que eu sinto
O que é eu já nem sei
Olha pra mim
Que pra ti eu já olhei
Durma alegre, meu carinho
Que teu sono velarei
Olha pra mim
Que pra ti eu já olhei
Cruzam-se nossos destinos
Sua vontade obedecei
Olha pra mim
Que pra ti eu já olhei
Sonho acordado e sozinho
Que tua boca já beijei
Que pra ti eu já olhei
Faz-me teu melhor amigo
Anjo protetor e rei
Olha pra mim
Que pra ti eu já olhei
Vem sentir o que eu sinto
O que é eu já nem sei
Olha pra mim
Que pra ti eu já olhei
Durma alegre, meu carinho
Que teu sono velarei
Olha pra mim
Que pra ti eu já olhei
Cruzam-se nossos destinos
Sua vontade obedecei
Olha pra mim
Que pra ti eu já olhei
Sonho acordado e sozinho
Que tua boca já beijei
sábado, 15 de maio de 2010
Apaixonado
Descobriu que era mais forte
Que podia superar
Sem depender de sua sorte
Mas somente de tentar
Quis dizer isso aos ausentes
Mas não soube descrever
Em meio a tantos doentes
Esqueceu-se de viver
Procurou pelos seus sonhos
E sentiu-se oprimido
Viu seus amigos risonhos
Mas quedou-se deprimido
Por sua força abandonado
Ao amor então recorreu
Percebeu-se apaixonado
E pra vida reviveu
Que podia superar
Sem depender de sua sorte
Mas somente de tentar
Quis dizer isso aos ausentes
Mas não soube descrever
Em meio a tantos doentes
Esqueceu-se de viver
Procurou pelos seus sonhos
E sentiu-se oprimido
Viu seus amigos risonhos
Mas quedou-se deprimido
Por sua força abandonado
Ao amor então recorreu
Percebeu-se apaixonado
E pra vida reviveu
Da Solidão Que Vem
Ninguém está pra sempre alegre
Ou triste por muito tempo
Por isso se consegue
Fechar o que feriu por dentro
Porque o que dói continuamente
Não é, do amor, a consequência
Mas sim o que se sente
Par causa da sua ausência
O início da solidão
Se faz logo na partida
Do que vive no coração
E está de despedida
Se ficou, porém, vazio
Há espaço a preencher
E outro amor, nunca tardio
O coração vai conhecer
Ou triste por muito tempo
Por isso se consegue
Fechar o que feriu por dentro
Porque o que dói continuamente
Não é, do amor, a consequência
Mas sim o que se sente
Par causa da sua ausência
O início da solidão
Se faz logo na partida
Do que vive no coração
E está de despedida
Se ficou, porém, vazio
Há espaço a preencher
E outro amor, nunca tardio
O coração vai conhecer
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