Sou um poço de perguntas
Vivo de questionamentos
Estou sempre entre disputas
Não controlo os pensamentos
Hajo muito por impulso
Não consigo esperar
Sinto-me como um avulso
Prestes a me machucar
Caio facilmente em prantos
Será que eu ainda existo?
Oh! Meus sonhos, tenho tantos
Que antes de lutar, desisto
Sei que tenho que aprender
Por isso me sinto tão mal
Minha força teima em se romper
É fissura em taças de cristal
Sim, eu sou montanha russa
Insegurança é o meu radar
Se hoje me causa repulsa
Pode vir a me agradar
Existe uma razão para o nome desse poema que só a pessoa para quem eu o fiz saberá! Não tem absolutamente nada a ver com expressões árabes ou com obras de outros autores já publicadas.
A constar, aquele que é o "dono" e retratado no poema é um novo amigo, que já se tornou bastante significativo para mim! Espero que goste.
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