Hoje o dia parece não acabar
Sinto que não vou poder suportar
Essa estrada por que preciso passar
Se faz longa demais para caminhar
Não, eu nunca quis lhe perder
Por isso é tão difícil esquecer
Vai além da minha vontade, do meu poder
Sem você não me lembro como é ser
Como eu queria ainda existir
Mas me apaguei ao te ver partir
Inevitável minha alma sumir
Tornou-se sua quando comecei a lhe seguir
Quero de volta, do dia, a cor
Não aguento mais esse escuro, essa dor
Sei que te levo aonde eu for
Eu só quero encontrar outro amor
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Cicatriz
Não mereço tanto desapontamento
Traz pra mim um socorro, um unguento
O que eu fiz foi assim tão mau?
Por piedade alguém me dê um sinal
Preciso mesmo de tanto sofrimento?
Tanta cicatriz de tanto ferimento?
Terei o perdão do meu crime?
Pago qualquer pena que meu juiz estime
Só quero ter meu sono de volta
Sem essas lembranças por escolta
Todas as minhas riquezas sou capaz de entregar
Para me livrar do tormento que é te amar
Traz pra mim um socorro, um unguento
O que eu fiz foi assim tão mau?
Por piedade alguém me dê um sinal
Preciso mesmo de tanto sofrimento?
Tanta cicatriz de tanto ferimento?
Terei o perdão do meu crime?
Pago qualquer pena que meu juiz estime
Só quero ter meu sono de volta
Sem essas lembranças por escolta
Todas as minhas riquezas sou capaz de entregar
Para me livrar do tormento que é te amar
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Indiferença
Eu perco o sono
Não consigo dormir
Pois tu me fazes preso
Sem ter pr’onde fugir
A noite é meu escudo
Tento me proteger
Mas não ver os teus olhos
Não ajuda a esquecer
Essa pele morena
E esse ar de criança
Mostram todo teu viço
Sem me dar esperança
Sei que queres um tempo
Para então refletir
Mas precisas fazer
Essa indiferença eu sentir?
Tu me feres a alma
Ao me ignorar
Desse jeito impedes
Meu coração de te amar
Não consigo dormir
Pois tu me fazes preso
Sem ter pr’onde fugir
A noite é meu escudo
Tento me proteger
Mas não ver os teus olhos
Não ajuda a esquecer
Essa pele morena
E esse ar de criança
Mostram todo teu viço
Sem me dar esperança
Sei que queres um tempo
Para então refletir
Mas precisas fazer
Essa indiferença eu sentir?
Tu me feres a alma
Ao me ignorar
Desse jeito impedes
Meu coração de te amar
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Abre a porta
Abre a porta
Abre a porta e vai
Vai correr pelo mundo, vai
Vai achar seu caminho, vai
Vai fazer seu destino, vai
Abre a porta
Abre a porta e vai
Vai alcançar seu sonho, vai
Vai dormir na relva, vai
Vai mergulhar no oceano, vai
Abre a porta
Abre a porta e vai
Vai cuidar de si mesmo, vai
Vai curar suas feridas, vai
Vai parar de sofrer, vai
Abre a porta
Abre a porta e vai
Vai esquecer quem te fez mal, vai
Vai perdoar quem te ignorou, vai
Vai encontrar o seu amor, vai
Abre a porta e vai
Vai correr pelo mundo, vai
Vai achar seu caminho, vai
Vai fazer seu destino, vai
Abre a porta
Abre a porta e vai
Vai alcançar seu sonho, vai
Vai dormir na relva, vai
Vai mergulhar no oceano, vai
Abre a porta
Abre a porta e vai
Vai cuidar de si mesmo, vai
Vai curar suas feridas, vai
Vai parar de sofrer, vai
Abre a porta
Abre a porta e vai
Vai esquecer quem te fez mal, vai
Vai perdoar quem te ignorou, vai
Vai encontrar o seu amor, vai
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
You do me
I need you to be me
'Couse without you everything is gray
You are all what I can see
In anywhere that I can stay
There is six billion people here
But only one is really important
Just one voice I want to hear
You, who are already so distant
Do not touch your face
Is like travel in a downing airplane
I need to meet you on another place
And what I feel I can't explain
I always feel alone
But you'll ever be present on my trips
I try to forget and get up on my own
But I just wanna kiss your lips
'Couse without you everything is gray
You are all what I can see
In anywhere that I can stay
There is six billion people here
But only one is really important
Just one voice I want to hear
You, who are already so distant
Do not touch your face
Is like travel in a downing airplane
I need to meet you on another place
And what I feel I can't explain
I always feel alone
But you'll ever be present on my trips
I try to forget and get up on my own
But I just wanna kiss your lips
domingo, 6 de dezembro de 2009
Bloqueado
Oh bloqueio que me mata
E me deixa tão perdido
Pois não sei o que se passa
Nem o que fazer contigo
Não consigo ver meu erro
Nem entender sua reação
Me incomoda seu desprezo
A indiferença em suas mãos
Ou esses não são os motivos?
Porque não me diz então?
Assim viramos dois perdidos
Sem saber a direção
Eu não sei o que fazer
Pra você me escutar
Nem ao menos enteder
Porque não quer conversar
Se errei peço perdão
Seja lá o que eu tenha feito
Pois sem ter sua atenção
A solidão arde em meu peito
E me deixa tão perdido
Pois não sei o que se passa
Nem o que fazer contigo
Não consigo ver meu erro
Nem entender sua reação
Me incomoda seu desprezo
A indiferença em suas mãos
Ou esses não são os motivos?
Porque não me diz então?
Assim viramos dois perdidos
Sem saber a direção
Eu não sei o que fazer
Pra você me escutar
Nem ao menos enteder
Porque não quer conversar
Se errei peço perdão
Seja lá o que eu tenha feito
Pois sem ter sua atenção
A solidão arde em meu peito
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Abrir os Olhos
Saído do meio do nada
Ele olhou à sua volta
Ao se descobrir sozinho
Tratou de encontrar o Norte
Não sabia onde estava
Correu rasteiro pela planície
Buscava uma paisagem familiar
Só via arbustos, libélulas e flores
A luz do sol cegava seus olhos
Não sabia onde estava
As montanhas que estendiam-se ao longe pareciam muralhas
Será que precisaria umtrapassá-las? Não seria fácil!
Seus pés começaram a se cansar de correr
Só então notou que estava descalço e
Não sabia onde estava
Passou a se perguntar aonde estava indo.
Procurava pelo quê?
Verdade. Ainda não tinha pensado nisso!
Olhou para as núvens no céu e para si mesmo
Encontrou-se
Ele olhou à sua volta
Ao se descobrir sozinho
Tratou de encontrar o Norte
Não sabia onde estava
Correu rasteiro pela planície
Buscava uma paisagem familiar
Só via arbustos, libélulas e flores
A luz do sol cegava seus olhos
Não sabia onde estava
As montanhas que estendiam-se ao longe pareciam muralhas
Será que precisaria umtrapassá-las? Não seria fácil!
Seus pés começaram a se cansar de correr
Só então notou que estava descalço e
Não sabia onde estava
Passou a se perguntar aonde estava indo.
Procurava pelo quê?
Verdade. Ainda não tinha pensado nisso!
Olhou para as núvens no céu e para si mesmo
Encontrou-se
sábado, 28 de novembro de 2009
Atração
Sempre usa tênis brancos
E se veste sem rigor
Tem também a pele clara
E os olhos de um ator
Não se esconde do holofote
E nem foge da sua sina
Porém guarda um segredo
Em seu ar de Colombina
Tem na face um mistéro
A despertar fascinação
É por isso que atrai tanto,
Dos amantes, a atenção
E se veste sem rigor
Tem também a pele clara
E os olhos de um ator
Não se esconde do holofote
E nem foge da sua sina
Porém guarda um segredo
Em seu ar de Colombina
Tem na face um mistéro
A despertar fascinação
É por isso que atrai tanto,
Dos amantes, a atenção
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Efêmero
Quando eu te conheci
De mim eu esqueci
Meu amor era pra te dar
Não importava o quanto entregar
E a paixão tornou-se forte
De retirar-me até o norte
Só o que eu via era você
Jamais iria te perder
Planos aos poucos surgiram
E os sonhos os seguiram
Vamos então para França
E adotar uma criança
Vamos lá juntos morar
E pra sempre nos amar
Nada pode destruir
O que iremos construir
Mas eis que veio a tempestade
E derrubou nossa cidade
Fez cair nossas certezas
Nos jogou nas profundezas
Acabou assim tão depressa
Com tudo o que um dia foi promessa
De um alegre e bom futuro
De um sentimento assim tão puro
De mim eu esqueci
Meu amor era pra te dar
Não importava o quanto entregar
E a paixão tornou-se forte
De retirar-me até o norte
Só o que eu via era você
Jamais iria te perder
Planos aos poucos surgiram
E os sonhos os seguiram
Vamos então para França
E adotar uma criança
Vamos lá juntos morar
E pra sempre nos amar
Nada pode destruir
O que iremos construir
Mas eis que veio a tempestade
E derrubou nossa cidade
Fez cair nossas certezas
Nos jogou nas profundezas
Acabou assim tão depressa
Com tudo o que um dia foi promessa
De um alegre e bom futuro
De um sentimento assim tão puro
domingo, 1 de novembro de 2009
MacTuB
Sou um poço de perguntas
Vivo de questionamentos
Estou sempre entre disputas
Não controlo os pensamentos
Hajo muito por impulso
Não consigo esperar
Sinto-me como um avulso
Prestes a me machucar
Caio facilmente em prantos
Será que eu ainda existo?
Oh! Meus sonhos, tenho tantos
Que antes de lutar, desisto
Sei que tenho que aprender
Por isso me sinto tão mal
Minha força teima em se romper
É fissura em taças de cristal
Sim, eu sou montanha russa
Insegurança é o meu radar
Se hoje me causa repulsa
Pode vir a me agradar
Existe uma razão para o nome desse poema que só a pessoa para quem eu o fiz saberá! Não tem absolutamente nada a ver com expressões árabes ou com obras de outros autores já publicadas.
A constar, aquele que é o "dono" e retratado no poema é um novo amigo, que já se tornou bastante significativo para mim! Espero que goste.
Vivo de questionamentos
Estou sempre entre disputas
Não controlo os pensamentos
Hajo muito por impulso
Não consigo esperar
Sinto-me como um avulso
Prestes a me machucar
Caio facilmente em prantos
Será que eu ainda existo?
Oh! Meus sonhos, tenho tantos
Que antes de lutar, desisto
Sei que tenho que aprender
Por isso me sinto tão mal
Minha força teima em se romper
É fissura em taças de cristal
Sim, eu sou montanha russa
Insegurança é o meu radar
Se hoje me causa repulsa
Pode vir a me agradar
Existe uma razão para o nome desse poema que só a pessoa para quem eu o fiz saberá! Não tem absolutamente nada a ver com expressões árabes ou com obras de outros autores já publicadas.
A constar, aquele que é o "dono" e retratado no poema é um novo amigo, que já se tornou bastante significativo para mim! Espero que goste.
Assinar:
Postagens (Atom)