Oh bloqueio que me mata
E me deixa tão perdido
Pois não sei o que se passa
Nem o que fazer contigo
Não consigo ver meu erro
Nem entender sua reação
Me incomoda seu desprezo
A indiferença em suas mãos
Ou esses não são os motivos?
Porque não me diz então?
Assim viramos dois perdidos
Sem saber a direção
Eu não sei o que fazer
Pra você me escutar
Nem ao menos enteder
Porque não quer conversar
Se errei peço perdão
Seja lá o que eu tenha feito
Pois sem ter sua atenção
A solidão arde em meu peito
domingo, 6 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Abrir os Olhos
Saído do meio do nada
Ele olhou à sua volta
Ao se descobrir sozinho
Tratou de encontrar o Norte
Não sabia onde estava
Correu rasteiro pela planície
Buscava uma paisagem familiar
Só via arbustos, libélulas e flores
A luz do sol cegava seus olhos
Não sabia onde estava
As montanhas que estendiam-se ao longe pareciam muralhas
Será que precisaria umtrapassá-las? Não seria fácil!
Seus pés começaram a se cansar de correr
Só então notou que estava descalço e
Não sabia onde estava
Passou a se perguntar aonde estava indo.
Procurava pelo quê?
Verdade. Ainda não tinha pensado nisso!
Olhou para as núvens no céu e para si mesmo
Encontrou-se
Ele olhou à sua volta
Ao se descobrir sozinho
Tratou de encontrar o Norte
Não sabia onde estava
Correu rasteiro pela planície
Buscava uma paisagem familiar
Só via arbustos, libélulas e flores
A luz do sol cegava seus olhos
Não sabia onde estava
As montanhas que estendiam-se ao longe pareciam muralhas
Será que precisaria umtrapassá-las? Não seria fácil!
Seus pés começaram a se cansar de correr
Só então notou que estava descalço e
Não sabia onde estava
Passou a se perguntar aonde estava indo.
Procurava pelo quê?
Verdade. Ainda não tinha pensado nisso!
Olhou para as núvens no céu e para si mesmo
Encontrou-se
sábado, 28 de novembro de 2009
Atração
Sempre usa tênis brancos
E se veste sem rigor
Tem também a pele clara
E os olhos de um ator
Não se esconde do holofote
E nem foge da sua sina
Porém guarda um segredo
Em seu ar de Colombina
Tem na face um mistéro
A despertar fascinação
É por isso que atrai tanto,
Dos amantes, a atenção
E se veste sem rigor
Tem também a pele clara
E os olhos de um ator
Não se esconde do holofote
E nem foge da sua sina
Porém guarda um segredo
Em seu ar de Colombina
Tem na face um mistéro
A despertar fascinação
É por isso que atrai tanto,
Dos amantes, a atenção
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Efêmero
Quando eu te conheci
De mim eu esqueci
Meu amor era pra te dar
Não importava o quanto entregar
E a paixão tornou-se forte
De retirar-me até o norte
Só o que eu via era você
Jamais iria te perder
Planos aos poucos surgiram
E os sonhos os seguiram
Vamos então para França
E adotar uma criança
Vamos lá juntos morar
E pra sempre nos amar
Nada pode destruir
O que iremos construir
Mas eis que veio a tempestade
E derrubou nossa cidade
Fez cair nossas certezas
Nos jogou nas profundezas
Acabou assim tão depressa
Com tudo o que um dia foi promessa
De um alegre e bom futuro
De um sentimento assim tão puro
De mim eu esqueci
Meu amor era pra te dar
Não importava o quanto entregar
E a paixão tornou-se forte
De retirar-me até o norte
Só o que eu via era você
Jamais iria te perder
Planos aos poucos surgiram
E os sonhos os seguiram
Vamos então para França
E adotar uma criança
Vamos lá juntos morar
E pra sempre nos amar
Nada pode destruir
O que iremos construir
Mas eis que veio a tempestade
E derrubou nossa cidade
Fez cair nossas certezas
Nos jogou nas profundezas
Acabou assim tão depressa
Com tudo o que um dia foi promessa
De um alegre e bom futuro
De um sentimento assim tão puro
domingo, 1 de novembro de 2009
MacTuB
Sou um poço de perguntas
Vivo de questionamentos
Estou sempre entre disputas
Não controlo os pensamentos
Hajo muito por impulso
Não consigo esperar
Sinto-me como um avulso
Prestes a me machucar
Caio facilmente em prantos
Será que eu ainda existo?
Oh! Meus sonhos, tenho tantos
Que antes de lutar, desisto
Sei que tenho que aprender
Por isso me sinto tão mal
Minha força teima em se romper
É fissura em taças de cristal
Sim, eu sou montanha russa
Insegurança é o meu radar
Se hoje me causa repulsa
Pode vir a me agradar
Existe uma razão para o nome desse poema que só a pessoa para quem eu o fiz saberá! Não tem absolutamente nada a ver com expressões árabes ou com obras de outros autores já publicadas.
A constar, aquele que é o "dono" e retratado no poema é um novo amigo, que já se tornou bastante significativo para mim! Espero que goste.
Vivo de questionamentos
Estou sempre entre disputas
Não controlo os pensamentos
Hajo muito por impulso
Não consigo esperar
Sinto-me como um avulso
Prestes a me machucar
Caio facilmente em prantos
Será que eu ainda existo?
Oh! Meus sonhos, tenho tantos
Que antes de lutar, desisto
Sei que tenho que aprender
Por isso me sinto tão mal
Minha força teima em se romper
É fissura em taças de cristal
Sim, eu sou montanha russa
Insegurança é o meu radar
Se hoje me causa repulsa
Pode vir a me agradar
Existe uma razão para o nome desse poema que só a pessoa para quem eu o fiz saberá! Não tem absolutamente nada a ver com expressões árabes ou com obras de outros autores já publicadas.
A constar, aquele que é o "dono" e retratado no poema é um novo amigo, que já se tornou bastante significativo para mim! Espero que goste.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Labirinto
Sabe
Eu sei, eu sei
Eu sinto
Sabe
Supliquei, supliquei
Instinto
Sabe
Eu gritei, eu gritei
Não minto
Sabe
Eu tentei, eu tentei
Extinto
Sabe
Eu amei, eu amei
Labirinto
Eu sei, eu sei
Eu sinto
Sabe
Supliquei, supliquei
Instinto
Sabe
Eu gritei, eu gritei
Não minto
Sabe
Eu tentei, eu tentei
Extinto
Sabe
Eu amei, eu amei
Labirinto
domingo, 25 de outubro de 2009
Perspectivas - Série O Príncipe - nº 06
Hoje vou olhar para o espaço
Contemplar suas estrelas
Agradecer por onde passo
O privilégio de poder vê-las
Hoje se abre uma perspectiva
No caminho dessa Princesa
Tornar-me-ei uma jovem ativa
E deixarei para trás aquela tristeza
Hoje sinto que livre sou
Bela, inteligente e singela
Para frente é o caminho por que vou
É ele que vejo de minha janela
É nova a vida que se mostra
Cheia de significados
Longe daquele se prostra
Perto de campos inexplorados
Contemplar suas estrelas
Agradecer por onde passo
O privilégio de poder vê-las
Hoje se abre uma perspectiva
No caminho dessa Princesa
Tornar-me-ei uma jovem ativa
E deixarei para trás aquela tristeza
Hoje sinto que livre sou
Bela, inteligente e singela
Para frente é o caminho por que vou
É ele que vejo de minha janela
É nova a vida que se mostra
Cheia de significados
Longe daquele se prostra
Perto de campos inexplorados
Fim de História - Série O Príncipe - nº 05
Oh! Esse dia nublado
E esses grossos pingos de chuva
Levam de vez o meu namorado
Com um mero aceno de luva
Companhia ele já encontrou
Espero que a faça feliz
Que esse amor que tão logo brotou
Seja forte como licor de anis
O meu Príncipe partiu de vez
Não morreu nem vai se mudar
Está certo da escolha que fez
Mostrou que por ela irá lutar
Pena que tão mal me compreenda
Não perceba minha real intenção
É normal que seu novo amor defenda
E para mim só dê decepção
E esses grossos pingos de chuva
Levam de vez o meu namorado
Com um mero aceno de luva
Companhia ele já encontrou
Espero que a faça feliz
Que esse amor que tão logo brotou
Seja forte como licor de anis
O meu Príncipe partiu de vez
Não morreu nem vai se mudar
Está certo da escolha que fez
Mostrou que por ela irá lutar
Pena que tão mal me compreenda
Não perceba minha real intenção
É normal que seu novo amor defenda
E para mim só dê decepção
Grito
Eu grito
Eu olho o céu e grito
Eu vejo o sol e grito
Eu me ajoelho e grito
Sim, sou livre
Sim, minha mente é livre
Sim, meu tempo está livre
Sim, meu coração está livre
Nada está perdido
Não estou perdido
Não me sinto perdido
Meu caminho não está perdido
Eu grito
Não preciso disso, eu grito
Vivo bem sem ti, eu grito
Estou feliz agora, eu grito
Eu olho o céu e grito
Eu vejo o sol e grito
Eu me ajoelho e grito
Sim, sou livre
Sim, minha mente é livre
Sim, meu tempo está livre
Sim, meu coração está livre
Nada está perdido
Não estou perdido
Não me sinto perdido
Meu caminho não está perdido
Eu grito
Não preciso disso, eu grito
Vivo bem sem ti, eu grito
Estou feliz agora, eu grito
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Revelação - Série O Príncipe - nº 04
Eu estava lá
Ele também
Começou a me olhar
Não olhei além
Em volta o baile urgia
Mas pra mim o tempo parou
Eis que outra pessoa surgia
Foi ela que ele abraçou
Meus olhos ainda não querem crer
Que o Príncipe Encantado sorri
Simplesmente não queriam mais ver
Quem ele puxou para si
Para aquele a quem sempre amei
Só pude dar um sorriso forçado
Pois o nobre para quem me entreguei
Hoje tem outro príncipe ao lado
Ele também
Começou a me olhar
Não olhei além
Em volta o baile urgia
Mas pra mim o tempo parou
Eis que outra pessoa surgia
Foi ela que ele abraçou
Meus olhos ainda não querem crer
Que o Príncipe Encantado sorri
Simplesmente não queriam mais ver
Quem ele puxou para si
Para aquele a quem sempre amei
Só pude dar um sorriso forçado
Pois o nobre para quem me entreguei
Hoje tem outro príncipe ao lado
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